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A Pequena Comunista que nunca Sorria

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A Pequena Comunista que nunca Sorria

Um romance ferozmente feminista. The New Yorker

Uma reconstituição arrebatadora da loucura gerada pelo fenómeno Comaneci. Le Nouvel Observateur

 

Obra literária admirável, sedutora no seu estilo, construção e originalidade. La Croix

Estas páginas desafiam vigorosamente as certezas de um Ocidente ainda convencido das suas causas justas. Sud-Ouest

1976, Jogos Olímpicos de Montreal: uma frágil menina romena obtém um dez perfeito em ginástica artística e, aos catorze anos, ofuscada por flashes, deslumbra o mundo inteiro. Quatro anos depois, lia-se num diário francês: «A rapariguinha transformou‑se numa mulher, a magia desapareceu.» Fascinada pela ascensão e queda de Nadia Comaneci, Lola Lafon conta-nos uma infância sacrificada e uma adolescência comprometida, histórias de corpos que se convertem «numa prisão em vez de numa arma». Das ruas de Bucareste, em plena ditadura de Ceaușescu, à fuga da ginasta para a liberdade ilusória dos EUA em 1989, A Pequena Comunista que Nunca Sorria (2014) mergulha o leitor num relato literário sobre ideais de perfeição asfixiantes e um corpo feito mito, escravo da avidez mediática e política.

 

  • TÍTULO ORIGINAL La petite communiste qui ne souriait jamais
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DE CAPA Christina Casnellie
  • 1.ª EDIÇÃO Novembro 2024
  • PÁGINAS 272
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‑972‑608‑452-5

Cofinanciado pela União Europeia. Os pontos de vista e as opiniões expressas são as do(s) autor(es) e não refletem necessariamente a posição da União Europeia ou da Agência de Execução Europeia da Educação e da Cultura (EACEA). Nem a União Europeia nem a EACEA podem ser tidos como responsáveis por essas opiniões.

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Original: $18.56

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Um romance ferozmente feminista. The New Yorker

Uma reconstituição arrebatadora da loucura gerada pelo fenómeno Comaneci. Le Nouvel Observateur

 

Obra literária admirável, sedutora no seu estilo, construção e originalidade. La Croix

Estas páginas desafiam vigorosamente as certezas de um Ocidente ainda convencido das suas causas justas. Sud-Ouest

1976, Jogos Olímpicos de Montreal: uma frágil menina romena obtém um dez perfeito em ginástica artística e, aos catorze anos, ofuscada por flashes, deslumbra o mundo inteiro. Quatro anos depois, lia-se num diário francês: «A rapariguinha transformou‑se numa mulher, a magia desapareceu.» Fascinada pela ascensão e queda de Nadia Comaneci, Lola Lafon conta-nos uma infância sacrificada e uma adolescência comprometida, histórias de corpos que se convertem «numa prisão em vez de numa arma». Das ruas de Bucareste, em plena ditadura de Ceaușescu, à fuga da ginasta para a liberdade ilusória dos EUA em 1989, A Pequena Comunista que Nunca Sorria (2014) mergulha o leitor num relato literário sobre ideais de perfeição asfixiantes e um corpo feito mito, escravo da avidez mediática e política.

 

  • TÍTULO ORIGINAL La petite communiste qui ne souriait jamais
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DE CAPA Christina Casnellie
  • 1.ª EDIÇÃO Novembro 2024
  • PÁGINAS 272
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‑972‑608‑452-5

Cofinanciado pela União Europeia. Os pontos de vista e as opiniões expressas são as do(s) autor(es) e não refletem necessariamente a posição da União Europeia ou da Agência de Execução Europeia da Educação e da Cultura (EACEA). Nem a União Europeia nem a EACEA podem ser tidos como responsáveis por essas opiniões.